HISTÓRIA

No Brasil, o grande incentivador desta modalidade é o profissional de educação física, professor universitário e Mestre d'Armas Válber Nazareth. Com amor e dedicação profunda à esgrima adaptada ele foi o responsável por trazer o treinador da seleção para-olímpica Francesa, Maître Deleplancque, por duas vezes para realizar estágios de treinamento no país. Desta forma, foi possível sensibilizar e acrescentar formação aos professores/treinadores de esgrima do Brasil.

O TREINO

Segundo Deleplancque, não há diferença entre o treinamento da esgrima convencional e da adaptada. Nas salas de esgrima europeia há cadeirante e não-cadeirantes treinando juntos, jogando juntos. Apenas as competições são especializadas. A grande dificuldade no Brasil é o acesso às dependências do local de prática.

VIDA ESPORTIVA

Há no Brasil um calendário intenso de competições nacionais, regido pela Confederação Brasileira de Esgrima (CBE). Estas são divididas pela categoria associada à mobilidade (A, B ou C), por arma e por sexo. As categorias são relacinadas à mobilidade do tronco e força dos membros superiores, de forma permitir que esgrimistas com diferentes históricos (AVC, amputação, lesão na coluna etc) possam jogar de forma equalizada.